Estarei de agora em diante postando meus comentários com o seguinte estilo Carla Bueno Oliveira,
assim saberão que é o meu comentário pessoal sendo postado ok?
sem mais...
fiquem com Deus.
A atitude do humorista Rafinha Bastos (foto), afastado do programa CQC, da Band, continua causando controvérsias e críticas, agora entre os líderes evangélicos.
Depois do comentário grosseiro de Rafinha sobre a cantora Wanessa Camargo durante a apresentação ao vivo do CQC, na Band, religiosos se levantaram para repreender a atitude do apresentador e falar sobre a liberdade de expressão. O pastor Ed René Kivitz, da Igreja batista da água Branca, escreveu um artigo em seu blog a respeito do assunto. O artigo, entitulado “Os loucos, os tolos e os deuses”, que fala sobre os limites da liberdade de expressão. “Quando alguém cruza a linha e resvala, ainda que irresponsável e displicentemente, no que é considerado sagrado e intocável por uma sociedade, qualquer que seja ela, a resposta é imediata e contundente. O comentário de Rafinha Bastos a respeito de Wanessa Camargo e seu ventre materno extrapolou os limites aceitáveis”, disse Kivitz em seu artigo. Segundo ele, a questão é distinguir quais são os tais limites à liberdade que devem ser aceitos. “Há os que escolhem a própria consciência como paradigma único”, diz o pastor. Para Kivitz, alguns desses personagens foram considerados pela sociedade como loucos, rebeldes, ou ávidos pela fama a qualquer preço, além de prepotentes e com falhas de caráter. O pastor batista faz uma ponderação a respeito do que chama de ‘personalidades à frente do seu tempo’, como pessoas que construíram novos paradigmas de civilização, e cita Jesus de Nazaré: “são personalidades à frente de seu tempo que hoje reverenciamos, e um deles até hoje é considerado Deus – Jesus de Nazaré”. Kivitz analisa a cultura do humor no Brasil, dizendo que enquanto não se pode fazer piada sobre a pedofilia, se pode fazer piada sobre Jesus. “No Brasil, você pode contar piada sobre Jesus, José e Maria, mas não pode fazer graça com pedofilia. Quem não respeita limites impostos pelo consenso para a sua liberdade, cedo ou tarde acaba crucificado. O tempo se encarrega de mostrar se o morto será esquecido como louco, sepultado como tolo, ou adorado como Deus”, conclui o líder evangélico. Outros pastores também divulgaram sua opinião sobre o caso em seus blogs. Foi o caso de Márcio de Souza, diretor do Seminário Teológico Casa do Oleiro. “É o fim da picada. Esse cara tem que ser preso. Quero ver os defensores do humor partir em defesa do seu queridinho agora”, opinou o líder evangélico. Fonte: The Christian Post |
Em um relatório sobre a liberdade religiosa internacional, publicado pela Secretaria do Estado dos EUA, diz que a Índia garante que protege a liberdade religiosa, mas em alguns estados existem leis que protegem o ato de perseguir os cristãos.
“Não parece haver trégua à onda de repressão aos cristãos. Esses oito cristãos não estavam fazendo nada inconstitucional, nem houve uma situação de desordem”, disse Sajan K. George, presidente do Conselho Global de Cristãos Indianos (GCIC). Ele esbraveja, contando outro caso de perseguição contra os cristãos em Andhra Pradesh, onde a polícia prendeu oito cristãos, que foram acusados por um grupo de ativistas do RSS (grupo hindu ultranacionalista) de praticar proselitismo. Os oito cristãos, que pertencem à Igreja Brethen, estavam orando na rua. Cerca de cem extremistas hindus da RSS os cercaram, acusando-os de converter as pessoas à força. A polícia tentou dispersar a multidão, levando os cristãos para a delegacia. Mas os ativistas cercaram a delegacia, forçando os policiais a prender os cristãos, conforme o código penal da Índia, no artigo 153/A (promover inimizade entre diferentes grupos em razão de religião, língua, raça ou origem). “Os cristãos não violaram nenhuma lei, mas foram presos. Em vez disso, o grupo hindu causou agitação, perturbação da ordem pública e despertou sentimento de desconfiança contra os cristãos, mas continuam impunes”, disse Sajan George. Em um relatório sobre a liberdade religiosa internacional, publicado pela Secretaria do Estado dos EUA, diz que a Índia garante que protege a liberdade religiosa, mas em alguns estados existem leis que protegem o ato de perseguir os cristãos. Atualmente, o GCIC realizou um comício em Nandagiri, Orissa, para lembrar os ataques violentos que ocorreram em Kandhamal em 2008. Nandagiri é uma colônia onde 54 famílias católicas e 17 evangélicas fugiram de suas aldeias, durante os ataques, enquanto estavam sendo reassentadas. Fonte: Missão Portas Abertas
Crentes.Net
|
LONDRES (Reuters) - A mudança climática mata cerca de 315 mil pessoas por ano, de fome, doenças ou desastres naturais, e o número deve subir para 500 mil até 2030, segundo um relatório divulgado nesta sexta-feira pelo Fórum Humanitário Global (FHG), entidade com sede em Genebra.
O estudo estima que a mudança climática afete seriamente 325 milhões de pessoas por ano, e que em 20 anos esse número irá dobrar, atingindo o equivalente a 10 por cento da população mundial da atualidade (6,7 bilhões).
Os prejuízos decorrentes do aquecimento global já superam os 125 bilhões de dólares por ano — mais do que o fluxo da ajuda dos países ricos para os pobres — e devem chegar a 340 bilhões de dólares por ano até 2030, segundo o relatório.
“A mudança climática é o maior desafio humanitário emergente do nosso tempo, causando sofrimento para centenas de milhões de pessoas no mundo todo”, disse nota assinada pelo ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan, presidente do FHG.
“Os primeiros atingidos e os mais afetados são os grupos mais pobres do mundo, embora eles pouco tenham feito para causar o problema”, acrescentou.
De acordo com o estudo, os países em desenvolvimento sofrem mais de 90 por cento do ônus humano e econômico da mudança climática, embora os 50 países mais pobres respondam por menos de 1 por cento das emissões de gases do efeito estufa.
Annan defendeu que a conferência climática de dezembro da ONU em Copenhague aprove um tratado eficaz, justo e compulsório para substituir o Protocolo de Kyoto. “Copenhague precisa ser o acordo internacional mais ambicioso já negociado”, escreveu Annan na introdução do relatório. “A alternativa é a fome em massa, a migração em massa e a doença em massa.”
O estudo alerta que o real impacto do aquecimento global deve ser muito mais grave do que o texto prevê, já que sua base são os cenários mais conservadores estabelecidos pela ONU. Novas pesquisas científicas apontam para uma mudança climática maior e mais rápida.
O relatório pede especial atenção às 500 milhões de pessoas consideradas extremamente vulneráveis, por viverem em países pobres propensos a secas, inundações, tempestades, elevação do nível dos mares e desertificação.
Dos 20 países mais vulneráveis, 15 ficam na África, segundo o estudo. O Sul da Ásia e pequenos países insulares também são muito afetados.
O texto diz que, para evitar o pior, seria preciso multiplicar por cem os esforços de adaptação à mudança climática nos países em desenvolvimento. Verbas internacionais destinadas a isso alcançam apenas 400 milhões de dólares por ano, enquanto o custo estimado da mudança climática fica em 32 bilhões de dólares.
“O financiamento dos países ricos para ajudar os pobres e vulneráveis a se adaptarem à mudança climática não chega nem a 1 por cento do que é necessário”, disse Barbara Stocking, executiva-chefe da ONG britânica Oxfam e integrante do conselho diretor do FHG. “Esta flagrante injustiça precisa ser resolvida em Copenhague em dezembro.”
(Reportagem de Megan Rowling)
fonte: Reuters

comente!!!